O Crominho do Técnico



Bruno Afonso's babbling and seldom refreshed views of the world

Famous last tweet: Is linkedIn the new facebook? so many weird "friend" invitations...

Category: Poemas do Além

O meu casulo

O Meu Casulo O meu casulo ecoa musica o meu casulo tem apendices brancos Denota acordes, suspende a respiracao com 1 3 4 5 Da’ a saborear ao se derreter com 1 3b 5 9 O meu casulo envolve-me, protege-me do mundo, suga-me para outro lado Viajo sem bilhetes, com alma e nas ondas da [...]

Reflexoes de autocarro

Nem estava para meter isto aqui hoje. Estou a chocar uma constipacao e sao quase 3 da matina. No entanto, ao estar a ler umas coisa online apeteceu-me. E qdo apetece, nao ha’ nada a fazer. Situemo-nos. Autocarro que me levava ao aeroporto para rumar ‘a patria em agosto. Cheguei a equacionar arriscar um texto [...]

Porque a poesia e' realmente universal…

Bem, na realidade nao e’. Poesia traduzida levanta-me o sobrolho ‘a partida… mas o que achei particularmente engracado ao estar a ler o livro de poesia q podem ver no lado direito do vosso ecran e’ que consigo aperceber-me da beleza da poesia noutra lingua que nao a minha lingua materna. Na realidade, a compra [...]

A surpresa

A surpresa A surpresa não vem só, tem bagagem, tem assessórios tem história, define futuros. A surpresa alcança. Consome e dá a consumir, miscibiliza água e azeite dá a provar sabores únicos. Cria chaves, concretiza ideais, vende mães ao desbarato, faz perder… mentes, cabeças, ideais. A surpresa cria num processo quântico unicidade, novidade, perenidade. A [...]

Hoje escrevi no autocarro

Engracado. Nao escrevo poesia ou outras coisas ha’ imenso tempo e hoje vim de autocarro para o lab. Calma, foi apenas hoje porque hoje vou sair com a malta do lab para comer (beber imperiais) e tal. Como nao quero voltar ao lab e ir para casa de barriga cheia (alegre) na bike, decidi vir [...]

A estranha leveza do viver e o jogo do tempo

E’ meia noite e meia, 45 min depois de ter saido do laboratorio. Estou no meu quarto frente ao portatil a acabar de comer salada de fruta feita pela mae do malino, meu amigo e companheiro de casa. Quando cheguei a casa ja’ tudo dormia (residentes e visitantes) e, tentando fazer o menos barulho possivel, [...]

Silencio ensurdecedor

Percebi hoje no silencio ensurdecedor que estou sozinho nas saudades salgadas, que nao reparto a meias um derrame de amor. Acredito que nao sera’ possivel coser o que se rasgou, que a linha invisivel se materializou num infinito nada. Rendo-me ‘a escravidao do tempo, rezo agnostico pela salvacao. Afogado num silencio gritantemente ensurdecedor Hoje percebi [...]

3 Dezembro – madrugada

Lucidez com travo a atraso Nao consigo dormir recrio(-me) em pesadelos cruzados lancinantes dores (pres)sinto numa escolha minha, sem retorno, sem valor per se: egoista por definicao. Cresço acreditando nisso mesmo. Deslumbrando-me por vielas pensantes, murmuro-me por ecos espacados tropecando em fragmentos varios: varios e partidos, quebradicos fragmentados ‘a la carte. Do caldeirao das insonias [...]