Kindle: a re-invencao do livro?
by bruno
Em 2006, surgiu o Sony Reader. Hoje, e sem eu saber de nada ate’ ha’ umas horas, surgiu o Kindle, da Amazon, ao preco de 400$us. Com este gadget e’ possivel ler livros comprados na Amazon – que deverao custar 10$us – directamente a partir do aparelho. Isto e’ possivel uma vez que possui ligacao EVDO, um sistema de comunicacoes similar aos telemoveis. Existem neste momento 90 mil titulos disponiveis para puxar, o que e’ notavel! A grande desilusao ate’ ao momento e’ a impossibilidade de ler os pdfs de cada pessoa no aparelho. Todos nos temos pdfs – livros ou documentos – que gostariamos de transferir para ler com calma em qualquer lado. Espero daqui a 2 anos poder comprar um por 300$us com cores, acesso 3G e possibilidade de ler e ouvir pdfs e mp3.
Saibam mais sobre o Kindle aqui, aqui, aqui e aqui.
Uma coisa e’ certa, nao foi designed by Apple…


Comments
(Após mais alguns problemas em aceder ao teu blog, agora tudo se compôs)
Pois é, bem que podem investir no design e aumentar/melhorar as funcionalidades. Se assim for e com o reduzir do preço, talvez me convençam. No entanto, duvido que não canse tanto como ler no pc. A vantagem é poupar no papel e estar confortavelmente sentado no sofá ou deitado na cama.
Nao cansa porque nao e’ ‘a base de LCD. E’ mesmo tinta que anda de um lado para o outro e fica. Aquilo nao e’ suposto gastar bateria enquanto esta’ numa pagina estatica pois assim que a tinta fica num sitio, nao se mexe.
Pode ser que seja o primeiro eBook reader que não se transforme num gigantesco flop, mas tenho as minhas dúvidas…
(e é feio como o caraças!)
Teve um debate entre alguns alunos,acho que nunca vai substituir o prazer de ler o livro,mas para quem viaja mt é uma solução,, e eu quero um,
pois leioo muito e minha pratileira de livros ta lotada..rsrsrsrs
Ola’ Mariana,
Sim, acho que e’ mais para quem esta’ sempre a viajar ou nao quer andar com um livro grande atras. Ler um livro intersecta outras dimensoes humanas como o prazer de ter um livro do ponto de vista fisico, a guarda-lo como um tesouro e a passa-lo a outra pessoa como um acto simbolico.