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	<title>Comments on: Afonsismo #5</title>
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	<description>Bruno Afonso&#039;s babbling and seldom refreshed views of the world</description>
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		<title>By: Luna</title>
		<link>http://brunoafonso.com/2007/04/18/afonsismo-5/comment-page-1/#comment-360</link>
		<dc:creator>Luna</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2007 21:27:07 +0000</pubDate>
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		<description>Depois do teu último post só posso dizer que tens razão, e que há sentimentos muito mais nobres para serem acarinhados e partilhados. Mas o cinismo é por vezes a via mais fácil e a nossa defesa contra o exterior.
(eu de vez em quando gosto de ter estas discussõezinhas ideológicas amigáveis.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Depois do teu último post só posso dizer que tens razão, e que há sentimentos muito mais nobres para serem acarinhados e partilhados. Mas o cinismo é por vezes a via mais fácil e a nossa defesa contra o exterior.<br />
(eu de vez em quando gosto de ter estas discussõezinhas ideológicas amigáveis.)</p>
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		<title>By: Bruno Afonso</title>
		<link>http://brunoafonso.com/2007/04/18/afonsismo-5/comment-page-1/#comment-359</link>
		<dc:creator>Bruno Afonso</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2007 20:31:35 +0000</pubDate>
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		<description>Concedo esse teu ponto de vista. Mas como tb meti no teu blog, acho que nao deixa de ser um culto da mediocridade e infelicidade - e disso ha&#039; demais ja&#039;! Sim, esta&#039; escrito de uma forma interessante. Corajoso... enfim, depende da pessoa em questao.

E&#039; obvio que todos sentimos inveja da felicidade de outrem em certos momentos da nossa vida. E&#039; obvio que todos sentimos inveja de x ou y qualidades/etc de outrem. No entanto, nao acho que seja condenavel como dizes. Isto e&#039;, nao e&#039; o sentimento em si que e&#039; condenavel. Diria mesmo que sera&#039; inalienavel. No entanto, o culto deste sentimento elevado a modo de vida e&#039; sim infeliz. E por isso acho o post em si infeliz. Porque motiva a este culto.

E&#039; mais uma questao de involucro que propriamente de conteudo talvez...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concedo esse teu ponto de vista. Mas como tb meti no teu blog, acho que nao deixa de ser um culto da mediocridade e infelicidade &#8211; e disso ha&#8217; demais ja&#8217;! Sim, esta&#8217; escrito de uma forma interessante. Corajoso&#8230; enfim, depende da pessoa em questao.</p>
<p>E&#8217; obvio que todos sentimos inveja da felicidade de outrem em certos momentos da nossa vida. E&#8217; obvio que todos sentimos inveja de x ou y qualidades/etc de outrem. No entanto, nao acho que seja condenavel como dizes. Isto e&#8217;, nao e&#8217; o sentimento em si que e&#8217; condenavel. Diria mesmo que sera&#8217; inalienavel. No entanto, o culto deste sentimento elevado a modo de vida e&#8217; sim infeliz. E por isso acho o post em si infeliz. Porque motiva a este culto.</p>
<p>E&#8217; mais uma questao de involucro que propriamente de conteudo talvez&#8230;</p>
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		<title>By: Luna</title>
		<link>http://brunoafonso.com/2007/04/18/afonsismo-5/comment-page-1/#comment-358</link>
		<dc:creator>Luna</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2007 19:47:35 +0000</pubDate>
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		<description>Eu respondi-te, vai lá ver, tentei explicar porque gosto dela. Mas só lendo mais - recomendo aquele sobre o filho - é que se pode gostar dela incondicionalmente, como eu. Há uma certa brutalidade crua, um não mascarar de sentimentos e hipocrisias, um não limar de arestas que me atrai na sua escrita. Para o bem e para o mal ela é aquilo.
E, por mais que não nos orgulhemos disso, a inveja é um sentimento humano muito presente na nossa vida, e a última frase do texto espelha a verdadeira razão por trás dele: que a outra fosse mais feliz na cama que ela. Ela própria se autodenigre como &quot;álgida pessoa&quot;.
E quem nunca sentiu um bocadinho que seja dessa inveja mesquinha? Mesmo que se tente ir contra esses sentimentos, a verdade é que é apenas humano tê-los.
O que eu admiro não é o sentimento por trás daquele texto, que obviamente é condenável, mas a coragem de o admitir, de o não camuflar, de ser capaz de dizer abertamente o que se sente mesmo que seja mau, que nem toda a gente consegue mostrar o pior de si sem dissimulações.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu respondi-te, vai lá ver, tentei explicar porque gosto dela. Mas só lendo mais &#8211; recomendo aquele sobre o filho &#8211; é que se pode gostar dela incondicionalmente, como eu. Há uma certa brutalidade crua, um não mascarar de sentimentos e hipocrisias, um não limar de arestas que me atrai na sua escrita. Para o bem e para o mal ela é aquilo.<br />
E, por mais que não nos orgulhemos disso, a inveja é um sentimento humano muito presente na nossa vida, e a última frase do texto espelha a verdadeira razão por trás dele: que a outra fosse mais feliz na cama que ela. Ela própria se autodenigre como &#8220;álgida pessoa&#8221;.<br />
E quem nunca sentiu um bocadinho que seja dessa inveja mesquinha? Mesmo que se tente ir contra esses sentimentos, a verdade é que é apenas humano tê-los.<br />
O que eu admiro não é o sentimento por trás daquele texto, que obviamente é condenável, mas a coragem de o admitir, de o não camuflar, de ser capaz de dizer abertamente o que se sente mesmo que seja mau, que nem toda a gente consegue mostrar o pior de si sem dissimulações.</p>
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