Sep 28 2006
Porque as coisas sao mesmo assim…
Rabisquei este post ha’ uns meses e depois nunca mais lhe peguei. (divulgo o mito que ainda ha’ 2 por pegar… Brubeck e Bella Fleck, tudo a seu tempo mon chers, tudo a seu tempo…) Aqui fica, com mais uns retoques.
Hoje em dia o profissional esta’ praticamente acima de tudo para a maior parte dos jovens que conheco, especialmente os mais ambiciosos no que toca ‘a vida profissional. Na realidade, nem e’ culpa totalmente nossa. A realidade e’ que a competitividade incutida aos jovens de hoje em dia faz com que tenhamos uma sociedade menos humanista, mais pragmatica e profissionalizada a todos os niveis. Acreditem que por estes lados, os jovens crescem ainda mais cedo e aprendem a ser mais pragmaticos e profissionais logo na escola secundaria senao antes…
Nao sou apologista da dedicacao profissional a 200% nem na aposta na infelicidade (como ja’ vi, algo irracional mas ja’ vi. Tematica algo apaixonante para mim confesso) mas acredito profundamente que os limites que hoje se consideram aceitaveis noutros tempos nao o seriam. As pessoas demoram mais tempo ate’ casar, ate’ ter filhos e conheco bastantes que passaram ao lado de uma parte da sua vida. Algumas apercebem-se disso e ficam tristes, outras nem se apercebem. Ora, um artigo na Science aqui ha’ uns tempos medita um pouco sobre estas tematicas no que toca aos cientistas. Deixo aqui um trecho que acho interessante. Recomendo a leitura (e’ gratis!) do texto integral no entanto
“Sacrifice is a two-way street. Sometimes you sacrifice time in the lab to spend with a girlfriend or a wife, … but I can tell you it’s well worth it. In the end, when your friends get married and have their own families, your parents pass away, and families move apart and you grow older, your gel box isn’t going to be there for you on the holidays and those moments when you need someone for support,” says Bob. “Really, what’s the point of discovering the greatest thing in the world if you have no one to tell it to when you come home?”
E agora vou comecar a ler o Jazz Theory Book do Mark Levine para ver se consigo tocar melhor na minha nova guitarra electrica… Ah pois e’!!.. nem tudo vem para o blog assim que e’ novidade…
depois conto novidades dela.. (q ainda n tem nome)

